A pesquisa de clonagem no Brasil das espécies do gênero Eucalyptus iniciou-se, na década de 70, através de empresas privadas do setor de celulose. Porém, essa técnica originou-se em 1950, quando Bouvier descobriu a estaquia, acidentalmente, na África.

Os programas de melhoramento genéticos desenvolvidos se pautaram em duas estratégias: sexuadas, notadamente para produção de materiais melhorados, dentre eles, o híbrido de Eucaliptus urophylla x Eucalyptus grandis, popularizado como Eucalyptus urograndis, via melhoramento genético florestal; e assexuadas, inicialmente com a macropropagação de eucalipto, para permitir melhor qualidade das florestas plantadas e consequentemente, maiores produtividade de matéria prima para a obtenção de celulose.

A elevação da produtividade inicial da década de 1960, estimada em torno de 20 m3/ha/ano, para atuais 45-60 m3/ha/ano, deveu-se a melhoramento genético, que incluiu a escolha e introdução de melhores espécies/procedências, a escolha de progênies conjugadas a elas, estabelecimento de critérios de seleções mais eficiente, cruzamentos específicos, bem como as técnicas de propagação vegetativa.

Dentre as evoluções tecnológicas, sem dúvida, a que mais contribuiu para a atual dinâmica da silvicultura nacional, foi a clonagem de eucalipto que propiciou o plantio de extensas áreas, com o uso de clones de alta produtividade, qualidade desejada de madeira e alta estabilidade fenotípica na produção. Nos dias atuais, a clonagem é o sistema mais utilizado pelas empresas do setor na implantação de plantios florestais, dada as suas vantagens. Este método ainda não é usual somente em algumas espécies de eucalipto que apresentam dificuldades no enraizamento de estacas (caso do Eucalyptus citriodora) e no gênero Pinus, de forma generalizada.

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