Uma das principais preocupações do setor florestal é o equilíbrio ambiental entre áreas de produção e reservas naturais para a preservação da flora e da fauna. As florestas plantadas são consorciadas com reservas nativas, somando aproximadamente 3 milhões de hectares preservados. Esse consórcio permite formar, em muitos casos, verdadeiros corredores ecológicos que promovem a variedade da flora e da fauna, protegem a qualidade da água e asseguram a sustentabilidade das áreas cultivadas, constituindo-se num recurso natural e renovável.

Um importante benefício da cultura do eucalipto, além de reduzir a necessidade de desmatamento das florestas naturais, é colaborar para minimizar o aquecimento global. Isso porque as árvores plantadas são mais eficientes que muitas plantas nativas na retirada do gás carbônico (CO2) da atmosfera, o principal responsável pelo efeito estufa. Resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Viçosa (MG) apontam que a utilização de defensivos agrícolas pelo setor florestal é reduzida em comparação com a da agricultura.

Em culturas agronômicas, o consumo de ingrediente ativo por unidade de área pode superar em até cem vezes a demanda dos plantios de eucalipto, que, com o uso eficiente da resistência genética e de outras medidas de manejo integrado, tem garantido a proteção florestal com baixa utilização de defensivos agrícolas. Além disso, a aplicação de técnicas eficientes de controle biológico, como o uso de organismos vivos para o controle de pragas, reduz o consumo de produtos químicos e se mostra eficiente.

Por ter um ciclo de aproximadamente sete anos, o eucalipto provoca menor perda do solo e o protege por mais tempo que a agricultura, cujos ciclos são anuais. Pesquisas independentes já mostraram os efeitos benéficos do eucalipto sobre diversas propriedades do solo, como estrutura, capacidade de armazenamento de água, drenagem e aeração, entre outras.

Quase tudo que tira do solo, o eucalipto devolve. Após a colheita, cascas, folhas e galhos, que concentram 70% dos nutrientes da árvore, permanecem no local e incorporam-se à terra como matéria orgânica. Além de contribuir para a reposição (ciclagem) de nutrientes, essa espessa camada de resíduo florestal ajuda a controlar a erosão.

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